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Criada há 60 anos, em Lisboa, a Fundação Calouste
Gulbekian é um daqueles
lugares classificáveis como imperdíveis, por mais pobre
que seja essa classificação:
é que não há outra palavra.
Logo à entrada do
Museu, fundado em 1969, A Primavera,
escultura de Alfred-Auguste Janniot (1889-1969).
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Retrato de uma jovem, por Ghirlandaio (1449-1494). |
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Amores de
centauros, por Rubens (1577-1640).
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Figura de velho, por Rembrandt (1606-1669). |
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Retrato de Madame La Porte, por Nattier (1685-1766). |
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Cupido e as três graças, por Boucher (1703-1770). |
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Ártemis e
Calisto, por Natoire (1700-1777).
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O espelho de Vênus, por Burne-Jones (1833-1898). |
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Diana, por Jean-Antoine
Houdon (1741-1828). |
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Busto de Molière, por
Jean-Jaques Caffiere (1725-1792).
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Busto de Victor
Hugo, por Rodin (1840-1917).
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A primavera, de
Rodin.
A FCG é infinitamente maior que esta pálida amostra.
Inclusive, para o
meu gosto pessoal, tem muita coisa que poderia ficar num
museu de curiosidades
antigas... Mas o que tem de grandioso é muito maior –
incluindo a Coleção
Moderna, que funciona num prédio à parte,
simbolicamente apartada do Museu,
onde estão as obras aqui mostradas.
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Fotos e texto: Zemaria Pinto.