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No próximo dia 26, às 19h30, o Instituto Geográfico e Histórico do
Amazonas estará dando posse a três novos associados: Aguinaldo Figueiredo,
Júlio Antônio Lopes e Zemaria Pinto, nas cadeiras que têm por patrono,
respectivamente, Gabriel de Souza, Frei José dos Inocentes e Nunes Pereira.
Fundado em 1917, o IGHA é hoje a instituição cultural mais antiga do Amazonas,
rivalizando, como bons irmãos, com a Academia Amazonense de Letras, um ano mais
nova. Situado à rua Bernardo Ramos, no Centro Histórico de Manaus, o IGHA, além
de promover seminários e palestras, possui um museu próprio, com valiosas peças
históricas, além de uma coleção única de peças indígenas. Sua biblioteca e,
principalmente, sua hemeroteca são pontos obrigatórios para os que se dedicam a
pesquisar sobre a Amazônia. 19°
Na ocasião, será entregue aos presentes o
livro Nunes Pereira, esboço em cinza e sombras, de Zemaria Pinto, um ensaio
em homenagem àquele que foi um dos mais notáveis etnólogos brasileiros.
Os
novos sócios
Aguinaldo
Nascimento Figueiredo é amazonense de Manaus, nascido em 1958.
Em 2000 graduou-se em História pela Universidade Federal do Amazonas. É
professor efetivo da rede pública de ensino, há mais de 20 anos. Escreveu, em
2003, o livro História Geral do Amazonas,
que alcançou três edições. Em 2011, publicou História do Amazonas, pela Editora Valer. Foi o ganhador do “Prêmio
Mário Ypiranga Monteiro”, em 2008, promovido pela Prefeitura de Manaus, com o
livro Santa Luzia: história e memória do
povo do Emboca. Em 2010, ganhou o “Prêmio Literário Cidade de Manaus”, na
categoria Ensaio Histórico Arthur Reis com o livro – Samurais das Selvas: a presença japonesa no Amazonas. É autor de
mais de 500 artigos no jornal “O Estado do Amazonas”, nos cadernos de “História
e Geografia do Amazonas” e “Museu do Conhecimento”, de 2004 a 2006, trabalhos
que lhe valeram “Votos de Aplausos” no Senado Federal em 2015. Escreveu ainda
para outros jornais e para a revista “Big Amazônia” e “Mais Manaus”. Recebeu
“Menção Honrosa” no Prêmio Samuel Benchimol, em 2012, com o trabalho A Indústria no Amazonas: memorial histórico.
Júlio
Antônio de Jorge Lopes, casado, pai de quatros filhos e
advogado, é graduado pela Faculdade de Direito de Universidade Federal do
Amazonas. É membro da Academia Amazonense de Letras, onde ocupa a cadeira de n.
23, cujo patrono é o poeta simbolista Cruz e Sousa; do Instituto dos Advogados
Brasileiros (IAB); da Academia Brasileira de Ciências Morais e Políticas
(ABCMP), onde ocupa a cadeira de n. 1, cujo patrono é Machado Paupério; da
Associação Nacional de Escritores (ANE); da Confraria Dom Quixote; e do
Conselho Diretor da Associação PanAmazônia. No dia 18/03 próximo, no Rio de
Janeiro, será empossado na cadeira de n.7 da Academia Internacional de
Jurisprudência e Direito Comparado, cujo patrono é o ex-ministro do STF Alfredo
Buzaid. É autor dos seguintes livros: Bernardo
Cabral, um Estadista da Republica, A
Crítica de Umberto Calderaro Filho, Fábio
Lucena, grandes vultos que honraram o Senado, O STF e a Imprensa, temas atuais, O sigilo da fonte e Sejamos
Luz. É coautor e coordenador da obra 25
anos de Constituição Cidadã – Estudos em homenagem ao Relator J. Bernardo
Cabral. Tem atuação destacada na advocacia, em causas relacionadas à
liberdade de imprensa, o que lhe valeu o convite para ingressar na Associação
Brasileira de Imprensa (ABI).
Zemaria
Pinto, 59 anos, é poeta, ensaísta, dramaturgo e
ficcionista, além de compositor bissexto. Tem participação em mais de uma
dezena de antologias, além de trabalhos publicados nos anais de diversos
congressos literários. É professor de literatura, com especialização em
Literatura Brasileira e mestrado em Estudos Literários. Tem 19 livros
publicados, entre os quais destacam-se: Ensaios
Ligeiros (artigos); A invenção do
Expressionismo em Augusto dos Anjos (ensaio); O urubu albino (infantil); A
cidade perdida dos meninos-peixes (juvenil); O texto nu (teoria literária); Nós,
Medéia (teatro); e Música para surdos
(poesia). Além de Nós, Medéia,
premiada, em 2002, como o melhor texto adulto em concurso da Secretaria
Estadual de Cultura, é autor de mais cinco textos para teatro, todos encenados.
Tem ainda duas peças de teatro e uma dezena de livros inéditos, entre ensaios,
contos, infantis e poesia. Mantém os blogs Palavra
do Fingidor, de contos e ensaios, e Poesia
na Alcova, de poesia erótica e pornográfica. É membro da Academia
Amazonense de Letras, desde setembro de 2004.
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Nunes Pereira, esboço em cinza e sombras, é o 19° livro de Zemaria Pinto. |