Amigos do Fingidor

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quinta-feira, 27 de março de 2025

A poesia é necessária?

 

Poemas para a minha rua – XXI

Sarah Rodrigues

 

E quando essa rua assoma

meus canteiros multicores,

há serenatas de aromas

na madrugada das flores...

Neste cenário perfeito

que a noite serena espreita,

a sombra parece um leito

onde o silêncio se deita.

 

 

segunda-feira, 14 de agosto de 2023

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Poemas para minha aldeia

Jorge Tufic



São raros, hoje, os textos de poesia que não temem a crítica por assumir uma postura independente da parafernália daqueles que estão mais para as letras de música pop, do que mesmo para uma lírica moderna, ainda em paz com a arte do soneto, do verso livre, das redondilhas que lembram Rosália de Castro, a par de cânticos e louvores da terra, quase evocativos de autores como Ronald de Carvalho e Judas Isgorogota. Pois este Poemas para minha aldeia, de Sarah Rodrigues, traz-nos de volta as delícias de todo esse cancioneiro perdido entre as névoas de um passado recente, sem, contudo, deixar de ombrear-se aos maiores de nossa atualidade, quer pela escolha e desenvolvimento de seus temas, quer pelo senso lapidário de suas estrofes solares, com maior empenho formal quando elege o soneto como seu modo predileto de forjar os momentos eternos da vida e da morte. Exemplos disto iremos encontrar naqueles intitulados de “O corpo da paixão não terá sono”, “O olhar se perde agora na moldura”, “Coração deserto”, “A velha seringueira”, o dedicado a seu pai, para citar apenas alguns de uma série realmente antológica.

Os demais são poemas intercalados que tratam de motivos diversos concernentes ao planeta amazônico, seu amor à terra, com a imagem do rio, das paisagens e dos fenômenos cromáticos e meteorológicos, num diálogo permanente de quem ama a vida e sabe cantá-la tão bem quanto os pássaros mágicos do lendário perdido. Ou seja, daquele que só os poetas compreendem nas vozes da natureza.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Jorge Tufic faz oitent’anos

.
Os cabelos negros como as asas da graúna e o bom humor constante não denunciam os 80 anos do poeta Jorge Tufic. Neste 13 de agosto, sexta-feira, chutando o balde do azar, fazemos uma singela homenagem ao Turco, em oito flagrantes recentes.
Salve, Jorge!

Posando de matador para o José Farias.

Clicados pelo Luisão, da Confraria do Peixe: Tufic, Mauri Marques, Zemaria Pinto e Luiz Bacellar.

Com o saudoso Anisio Mello, colocando a mordaça no melhor amigo do homem, o cachorro engarrafado, como dizia o Vinicius, no Chá do Armando.
Foto: Mauri Marques.

Com Luiz Bacellar, fazendo pose de sério em frente à vetusta Academia Amazonense de Letras.
Foto: Mauri Marques.

Ao lado do amigo Almir Diniz, em sessão de autógrafos.
Foto: Mauri Marques.

Praticando o seu terceiro esporte favorito: colocando um ovo em pé.
Foto: Mauri Marques.

Emoldurando, com o auxilio luxuoso do poeta e artista plástico José Maciel, a escritora Sarah Rodrigues, na posse desta na Academia de Letras do Pará.

Posando para a posteridade com uma bronzeada Rachel de Queiroz, em Fortaleza.

domingo, 6 de junho de 2010

Sarah Rodrigues toma posse na Academia Paraense de Letras

A escritora Sarah Rodrigues, logo após a sua posse na Academia Paraense de Letras, dia 27 de maio, ladeada pelos amigos José Coelho Maciel e Jorge Tufic.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

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