sexta-feira, 12 de setembro de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 9/9
sexta-feira, 5 de setembro de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 8/9
sexta-feira, 29 de agosto de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 7/9
sexta-feira, 22 de agosto de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 6/9
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 5/9
sexta-feira, 8 de agosto de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 4/9
sexta-feira, 1 de agosto de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 3/9
sexta-feira, 25 de julho de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 2/9
sexta-feira, 18 de julho de 2025
Artistas Plásticos do Amazonas, por Sérgio Cardoso 1/9
quinta-feira, 22 de abril de 2010
A maldita intervenção do autor
Mais ainda: essa árvore é o retrato da alma de Van Gogh.
.
Os quadros acima são de Van Gogh; ambos rendem homenagem ao trabalho mais conhecido de Millet, O semeador:
sábado, 31 de outubro de 2009
Nem ralouin nem Saci: hoje é o dia do Curupira!
O Palavra do Fingidor lança uma campanha nacional contra a bestificação e a macaquice: ralouin, puma nenhorra, bom mesmo é o Curupira! No verso do quadro acima, do amazonense (eu tenho orgulho...) Manoel Santiago, tem o seguinte texto:
Meu caro Mouzar Benedito encabeça uma campanha nacional, já há alguns anos, para acabar com a palhaçada do ralouin e instituir o dia nacional do Saci. Mas não está emplacando; deve ser aquele cachimbo politicamente incorreto; ou aquela carapuça ridícula, sei lá. Mas eu tenho o argumento definitivo: o moleque Saci não é nativo. Mestre Cascudo ensina que o romano Petrônio já o cita – entre uma sacanagem e outra do Satyricon. O Curupira, ao contrário, é brasileiríssimo: segundo ainda o inefável mestre, foi o padre Anchieta o primeiro a registrar a presença do nosso herói, em 1560:
.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
1. O conceito de Fantasy Art confunde-se com o de Pop Art: está dentro dele, ultrapassando-o.
2. Marginalizada, a Fantasy Art foi engendrada nas ilustrações de livros e capas de revistas, logo passando às histórias em quadrinhos. Daí até o cinema foi um passo. Mas ela dialoga também com os melhores jogos eletrônicos.
3. A sua origem, entretanto, remonta a Hieronymus Bosch, passando por William Blake e o nunca assaz louvado Gustave Doré. Sem esquecer todo o legado renascentista, de índole pagã.
4. Mesmo que a sua melhor representação ainda opte pelos suportes tradicionais, como o óleo sobre tela, a Fantasy Art pode usar os recursos mais avançados de programas de computador.
5. A sua essência, contudo, está na fantasia, na reprodução de cenas e seres fabulosos e/ou mitológicos, histórias góticas e de horror, além de ficção científica – sempre com um forte apelo erótico.
6. A miserável realidade não cabe no infinito espaço da Fantasy Art.
7. A Fantasy Art é a sublimação pictórica da contemporaneidade: é pura arte pop.
terça-feira, 3 de março de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Zé Maria,
Recebi o e-mail que você retransmitiu.
Respondo, pedindo que faça chegar ao interessado.
O pedido foi arquivado pela dra. Rose, subsecretária, que não autorizou a cessão.
Seguem os registros fotográficos da nossa equipe que visitou o local e a obra.
De outro lado, devo dizer:
A Pinacoteca do Estado existe, criada em 1965, remontada em 1997, até o mês passado funcionava na Vila Ninita, anexo ao Palácio Negro. Agora está sendo montada em local definitivo, no Palacete Provincial, antigo Quartel da Policia Militar, na praça da Policia.
Na ocasião (1997) criamos o ateliê de restauro de obras de arte para salvamento do pequeno acervo recebido.
Quanto a não existir bibliotecas, creio que o autor da matéria não sabe da existência. Porque talvez não seja usuário de bibliotecas, pois existem, e são várias, até para deficientes visuais.
Atenciosamente,
Robério dos Santos Pereira Braga
Secretário de Estado de Cultura
Obs: a carta referida, cuja cópia veio anexa ao e-mail, serve para nos informar que muito antes de 20 de outubro de 2008 o quadro já estava na mesma situação em que se encontra hoje. Menos deteriorado, talvez. Provam-no as fotos que o secretário gentilmente anexou – uma delas acima reproduzida. Quanto à nova Pinacoteca: viva! Já não era sem tempo. Em relação à Biblioteca, o secretário tem razão: o autor não faz uso de bibliotecas públicas porque tem a sua, particular, com mais de 20 mil volumes, comprados, ao longo dos últimos 39 anos, com seu parco salário. Pena que as bibliotecas existentes tenham um funcionamento tão burocrático: segunda a sexta, de 8 às 17h. Nem vou comentar tal limitação. Mais: a Biblioteca Pública a que me referi é um prédio histórico, situado na esquina da rua Barroso com a Sete de Setembro, em “reforma” há anos, e sem prazo para voltar a funcionar.
Ah, informações úteis: o quadro se chama “A magia do Uirapuru” e data de 1977.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Um quadro de Moacir Andrade, medindo cerca de 2 x 4,5m, está abandonado no subsolo da Secretaria de Fazenda do Estado. Servidora do alto escalão daquele órgão confidenciou-me que foi pedida ajuda à Secretaria de Cultura, com a finalidade de restaurar o quadro que já esteve no hall de entrada da SEFAZ, mas a SEC “nem te ligo”.
Tem sentido: a SEFAZ tem vários quadros de Moacir Andrade e de outros artistas locais, adornando suas paredes, humanizando aquele ambiente onde só se respira o vil metal; mas quem entende de arte é a Secretaria de Cultura, mantenedora da Pinacoteca do Estado. Alguém viu uma Pinacoteca por aí? Nem uma Biblioteca, não é mesmo, Mauri?
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Depois de ler a notícia sobre os originais de Moacir Andrade, ainda menino, em vias de se perderem (veja postagem de 15.01), Jorge Tufic enviou-me cópia reprográfica do seu livro O traço e o verso (Manaus: SEMEC, 1985), onde o poeta "ilustra" os desenhos de Moacir. Tufic relembra, na introdução:
A caminho de casa, esses breves rascunhos que serviram de embrião para uma arte consagrada hoje no mundo inteiro foram crescendo aos meus olhos, tocando-me as cordas interiores. Quando cheguei em meu quarto, sentei-me; e foi de uma sentada, não me lembro de quantas horas, que saíram estes pequenos momentos de referência poética, às vezes num tom circunstancial, aos desenhos de Moacir. No todo, 22.
Como exemplo da poesia (reproduzir a imagem comprometeria sua qualidade), aí vai o poema que Jorge Tufic escreveu para um desenho que mostra um homem carregando um cesto cheio de pães, datado de 1939:
Ali vai o padeiro entregador,
o padeiro de cestos nos ombros.
Ali vai o ano de 1939
passando pela rua deserta.
E do cesto de pão nos vem esse cheiro
que ensina o amor sem fronteiras
pela cartilha da fome.
domingo, 18 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Hoje, mal a noite começava, eu e o compositor Mauri Marques fomos tomar um tacacá no ateliê de Moacir Andrade, que nos recebeu com a alegria que sempre o caracterizou.
Aos 82 anos, a completar em março, Moacir tem saúde e disposição para trabalhar diariamente nos seus quadros e escritos. Contou-nos muitas histórias, fez-nos várias confidências (algumas bem cabeludas) e mostrou-nos um acervo de livros e fotografias raras, além de desenhos seus, elaborados entre os 6 e os 12 anos.
Esses desenhos já deixavam antever o pintor que encantaria o mundo com suas paisagens e suas interpretações dos mitos amazônicos: são pequenos flagrantes do cotidiano, que, reunidos, compõem um ensaio visual-antropológico sobre os costumes urbanos da Manaus de 1935 a 1941.
Pena que, nesta cidade desprovida de memória, se não se tomar providências urgentes, todo esse material vai se perder. Atenção senhores donos da cultura, muita atenção!
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Auto-retrato.Mais trabalhos de Rosario Andrade, inclusive suas belas paisagens do Porto e de Coimbra, podem ser admirados na galeria virtual da artista: http://rosarioandrade.blogspot.com./
.jpg)









